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NOTÍCIAS – PENSAR GLOBAL AGIR LOCAL – RUMO AO TURISMO LEGAL!!!

Inventário da Oferta Turística, Sistema Municipal de Turismo, Turismo e Cidadania, o fenômeno AIRBNB que pode ser uma alternativa sobretudo para as casas que ficaram vazias após o término dos contratos de aluguel com as  empresas  prestadores de serviços do COMPERJ, e mito mais são tema das NOTÍCIAS…Boa Leitura!!!

Inventário da Oferta Turística de Cachoeiras de Macacu

Após o aplicativo turístico, Cachoeiras de Macacu ganha mais uma inovação para o Turismo .Agora é a vez do Inventário da Oferta Turística.
O Inventário será realizado pela empresa BIOMA e vai trazer o que há de mais moderno em tecnologia para Inventários de Oferta Turística, esse mesmo inventário já foi implantado em mais de 23 cidades incluindo Pernambuco e Mato Grosso do Sul.
Serão abordados 3 categorias:

1- Infraestrutura de Apoio ao Turismo;
2- Serviços e Equipamentos turísticos;
3- Atrativos Turísticos.

OBJETIVOS METODOLÓGICOS

Todos os atrativos turísticos são georeferenciados;

Os pontos são plotados em mapas temáticos;

Transformar em valores numéricos a percepção do pesquisador;

Resultados auxiliarão gestores do turismo na tomada de decisões estratégicas;

Coleta de dados on line com AppTur, atrativos automaticamente georeferenciados (em adaptação para Sistema Android) uso em celulares e tablets;

O Sistema-Web – SIMGESTur – permite que as informações sejam retroalimentadas permanentemente;

O SIMGESTur pode ser acessado por computador, celular e tablet;

Relatórios e gráficos automáticos, inclusive a partir de alguns cruzamento de dados;

O sistema servirá de base para o Portal.

OBJETIVOS

Levantar a oferta turística do município de Cachoeiras de Macacu;

Disponibilizar em Sistema de Informações baseado na WEB que possa ser permanentemente atualizado;

Auxiliar na construção e indução de investimentos que colaborem com o incremento da visitação turística no município;

Elaborar um diagnóstico e Plano de Desenvolvimento Turístico participativo

RESULTADOS ESPERADOS

Ampliar o espectro de informações sobre os recursos turísticos existentes no município;

Promover a sistematização e democratização das informações por meio de Sistema-WEB a ser instalado e disponibilizado à prefeitura, com a licença de uso concedida por tempo indeterminado;

Elaboração e disponibilização de banco de imagens dos atrativos turísticos do município com concessão integral do uso das imagens;

Possibilitar a atualização sistemática das informações por meio dos gestores e colaboradores via SIMGESTur;

Desenvolvimento de um Portal que tenha como base de dados o SIMGESTur;

Analisar a oferta e planejar possibilidades de aperfeiçoamento de produtos existentes e a criação de novos produtos turísticos para o município.

                  

 

 

SISTEMA MUNICIPAL DE TURISMO DE CACHOEIRAS DE MACACU 


PROJETO DE LEI Nº………./2017

 

Institui a Política de Turismo, cria o Sistema Municipal de Turismo, o Sistema Municipal de Financiamento Turístico, a Conferência Municipal de Turismo e dá outras providências.

 

                        A Câmara Municipal de Cachoeiras de Macacu, RJ, decreta:

 

     TÍTULO I

DA POLÍTICA MUNICIPAL DE TURISMO

 

                          Art. 1º Cria a Política de Turismo do Município de Cachoeiras de Macacu, RJ, nos termos do art. 180, da Constituição Federal, Lei nº 11.771/2008, e Lei Orgânica do Município nos artigos 249, 250, 251, 252 e 253.

                        Art. 2º A Política Municipal de Turismo compreende o conjunto de normas, diretrizes e atividades voltadas ao turismo, com vista ao desenvolvimento econômico e social do Município.

                       Art. 3º A coordenação, execução e estímulo às atividades turísticas serão exercidos pela Fundação Macatur com auxílio do Conselho de Turismo e de outros órgãos da Administração Municipal.

CAPÍTULO I

DA CONCEITUAÇÃO

                       Art. 4º Para os fins específicos desta lei devem ser observados os seguintes princípios e conceitos:

                       I – turismo é a atividade econômica relacionada à compra e venda de produtos e serviços turísticos exercida por agentes econômicos;

                       II – turista é quem se desloca de seu domicílio ou residência em busca de experiências e sensações agradáveis, consumindo produtos e serviços nos locais visitados, ainda que para encaminhar negócios, participar de eventos, encontros familiares e outros motivos sociais;

                       III – excursionista é quem permanece mais de quatro e menos de vinte e quatro horas sem pernoite em local que não seja seu domicílio, e que tenha sido motivado por informações que justificam a excursão;

                       IV – região turística é o território do município, ou municípios, que desperta nas pessoas interesse de ordem geral, seja no campo da cultura, do paisagismo, da gastronomia, da música, das artes plástica, do artesanato, possibilitando a seus agentes e promotores benefícios que lhes proporcione incentivo e respaldo financeiro;

                        V – demanda turística é o número de pessoas que viajam, ou buscam informações sobre viagem, utilizando instalações próprias do turismo, afastadas de seu domicílio;

                        VI – oferta turística é o conjunto de atrativos como segurança, equipamentos, alojamentos, recreação, lazer, alimentação, nos campos da cultura, do social, do ambiental, do econômico e outros mais, capazes de despertar interesse ao visitante pelo local;

                       VII – atrativos turísticos são locais, objetos, equipamentos, pessoas, fenômenos, eventos e manifestações capazes de motivar o deslocamento de pessoas para desfrutá-los e conhecê-los;

                       VIII – atividades turísticas são aquelas ligadas à hospedagem, alimentação, agenciamento, transporte, recepção, eventos, entretenimento entre outras, utilizadas pelos turistas nos seus deslocamentos;

                       IX – produto turístico são os atrativos de modo geral, uma boa infraestrutura, bons serviços urbanos, equipamentos turísticos de qualidade que o visitante tenha acesso de forma organizada, com facilidade e segurança, atraído pelo preço justo e vantagem diferenciada.

CAPÍTULO II

DOS OBJETIVOS

                    Art. 5º A política municipal de turismo tem por objetivo:

                         I – promover e divulgar o município e seus atrativos turísticos nos campos regional, nacional e internacional em parceria com órgãos e empresas do setor;

                        II – desenvolver, ordenar e promover o potencial turístico do município de forma participativa, em consonância com o primado da política ambiental do país, visando ampliar o fluxo de visitantes, seu tempo de permanência e o gasto médio por pessoa;

                       III – agregar renda à economia local definindo as áreas próprias para investimento turístico, público e privado, tendo como exemplo as vilas agroturísticas, vilas urbanas, zonas balneárias e os parques ambientais e temáticos do município, visando a geração de recurso e emprego para a população;

                       IV – propiciar competividade no setor, melhorando a qualidade, eficiência e segurança para investidores e turistas;

                       V – promover a integração público-privada e com o terceiro setor em busca de parcerias que resultem em benefícios às partes;

                       VI – apoiar a formação, qualificação e aperfeiçoamento de pessoal em todas as atividades relacionadas ao turismo;

                      VII – divulgar os produtos turísticos através da imprensa escrita, rádio, televisão, redes sociais, outdoors, folders e outros meios de informação.

 

TÍTULO II

DO SISTEMA MUNICIPAL DE TURISMO

CAPÍTULO I

DA DEFINIÇÃO

                        Art. 6º O Sistema Municipal de Turismo se constitui num instrumento de articulação, gestão, fomento e promoção de políticas públicas, de informação, formação, capacitação técnica e fiscalização da área, tendo como essência a coordenação e a cooperação intergovernamental.

                       Art. 7º O Sistema Municipal de Turismo funda-se na política municipal de turismo expressa nesta lei para instituir um processo de gestão compartilhada com os demais entes federativos, instituições e sociedade civil.

 

  

CAPÍTULO II

DOS COMPONENTES

 

                        Art. 8º Integram o Sistema Municipal de Turismo: Fundação Macatur, Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Secretaria Municipal de Saúde, Secretaria Municipal de Educação e Secretaria Municipal de Ordem Pública.

                        Art. 9º Na instância de articulação, pactuação e deliberação, relativamente ao Sistema Municipal de Turismo, inserem-se:

                        I – Conselho Municipal de Turismo, órgão colegiado deliberativo e normativo, de composição tripartite, poder público, poder privado e sociedade civil organizada, constituindo-se no principal órgão de participação social institucionalizada, em caráter permanente;

                       II – Conferência Municipal de Turismo, órgão com participação social onde acontece a articulação entre o governo municipal e a sociedade civil, busca analisar e propor diretrizes na área de turismo e na formulação de políticas públicas para o setor;

                      III – são instrumentos de gestão do turismo a Fundação Macatur, o Plano Municipal de Turismo e o Sistema Municipal de Fomento ao Turismo – Fundo Municipal de Turismo.

CAPÍTULO III

DA CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE TURISMO

                       Art. 10 À Conferência Municipal de Turismo, uma instância de participação social, incumbe analisar e propor diretrizes, objetivando a formulação da política de turismo no município, reunindo-se ordinariamente a cada dois anos por convocação do presidente da Fundação Macatur, ou extraordinariamente  quando se fizer necessário.

                       Art. 11 São atribuições da Conferência Municipal de Turismo: apresentar o modelo de gestão da política de turismo no município; incentivar o empreendedorismo e investimento na atividade turística; promover o debate entre o poder público, a sociedade civil e iniciativa privada; analisar a execução das metas concernentes ao Plano Municipal de Turismo.

                      Art. 12 A gestão da Conferência Municipal de Turismo será exercida por comissão composta pelos seguintes membros: presidente da Fundação Macatur, presidente da Comissão Permanente de Turismo da Câmara Municipal, Presidente do Conselho Municipal de Turismo, presidente do Conselho Municipal da Cidade, representante da APA Macacu, representante do Parque Três Picos, presidente do Conselho Municipal de Cultura, representante da Secretaria de Meio Ambiente, Assessoria de Turismo da Fundação Macatur, Gerência de Planejamento da Fundação Macatur, presidente do Sindicato ou da Associação de Hotéis, Restaurantes e Bares de Cachoeiras de Macacu.

                        Art. 13 Compete à Comissão Técnica da Conferência Municipal de Turismo organizar a Conferência Municipal de Turismo e as pré-Conferências quando se fizerem necessárias.

 

TÍTULO III

CAPÍTULO I

DO PLANO MUNICIPAL DE TURISMO

                        Art. 14 O Plano Municipal de Turismo, de duração quadrienal, visa planejar, organizar e executar a política municipal de turismo, fundando suas atividades e programações no Sistema Municipal de Turismo, com financiamento previsto no Plano Plurianual (PPA), na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), na Lei Orçamentária Anual (LOA) e sua execução no Fundo Municipal de Turismo.

                         Art. 15 O Plano Municipal de Turismo será aprovado pelo Conselho Municipal de Turismo, pela Câmara Municipal e homologado pelo Prefeito Municipal.

CAPÍTULO II

DO SISTEMA MUNICIPAL DE FOMENTO DO TURISMO

                         Art. 16 O Sistema Municipal de Fomento do Turismo, constituído pelos mecanismos de financiamento em âmbito municipal, terá como fonte o orçamento público do município estabelecido pela LOA, o Fundo Municipal de Turismo, transferências federais e estaduais, receita oriunda de taxas, venda de ingressos e outras que venham a ser criados, doações e legados de entidades internacionais, assim como saldo de exercício anterior.

                        Art. 17 O Fundo Municipal de Turismo será administrado pela Fundação Macatur através de diretoria específica e fiscalizado pelo Conselho Municipal de Turismo de acordo com regulamento específico, podendo financiar projetos de pessoas físicas e jurídicas.

                        Art. 18 Os custos relativos à gestão do Fundo Municipal de Turismo não pode ultrapassar a 5% de sua receita bruta.

                       Art. 19 É vedada o uso de recursos do Fundo Municipal de Turismo em projetos cujo produto final beneficie exclusivamente seu autor, sócio, cônjuge e parente até segundo grau.

                       Art. 20 As Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIPS) e as Organizações Sociais (OS) que tenham parceria ou contrato de gestão com a administração pública municipal não poderão inscrever projetos com o fim de obter financiamento do Fundo Municipal de Turismo.

                        Art. 21 É vedado: a qualquer servidor público do município, seja efetivo ou comissionado, apresentar e subscrever qualquer projeto; membros do Conselho Municipal de Turismo; técnicos consultados na elaboração de projetos e proponente inadimplente com o Fundo Municipal de Turismo.

CAPÍTULO III         

DO PROGRAMA DE TURISMO

                       Art. 22 Para os efeitos desta lei considera-se Programa de Turismo os projetos que tenham similaridade e afinidade com o setor e cujas ações estejam de acordo com os objetivos da política municipal de turismo, seguindo as seguintes diretrizes: sensibilização e conscientização do turismo; fomento aos diferentes seguimentos do turismo com sustentabilidade; prevenção e combate às atividades de abuso sexual; fomento à pesquisa do turismo local e regional; apoio a eventos turísticos; incentivo e promoção de produtos relacionados ao turismo; qualificação e capacitação profissional.

                      Art. 23 Podem apresentar projetos turísticos pessoa física e jurídica, respectivamente, com domicílio ou alvará de funcionamento com no mínimo dois anos no Município de Cachoeiras de Macacu.

                     Art. 24 Cada candidato poderá ter aprovado até dois projetos, cabendo à Fundação Macatur, com apoio do Conselho Municipal de Turismo publicar os editais do Fundo Municipal de Turismo e a escolha das melhores propostas, podendo ser coberto em até 100% de seu valor.

                     Art. 25 Nos projetos beneficiados pelo Fundo Municipal de Turismo deverá constar obrigatoriamente a contrapartida oferecida ao município. 

                    Art. 26 O uso indevido de recursos do Fundo Municipal de Turismo sujeita o proponente às penalidades legais e o afasta de novas licitações pelo prazo de 2 (dois) anos, depois de ressarcir o município de eventuais prejuízos.

                   Art. 27 Esta lei entra em vigor na data de sua publicação, revogas as disposições em contrário.

                     Sala das Sessões,…..de………………..de 2017

                    

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AIRBNB MIRA NA AMÉRICA LATINA SEU MERCADO EM MAIOR EXPANSÃO

São Francisco – Ao voltar suas atenções para a América Latina, o sempre combativo Airbnb está adotando uma abordagem incomum: dar aos governos locais o que eles querem.

A empresa de locação de casas e apartamentos informou que vai recolher e remeter impostos na Cidade do México, primeiro acordo do tipo na América Latina.

O Airbnb destinará 3 por cento das receitas geradas com reservas na Cidade do México para a prefeitura. Os hotéis locais também pagam um imposto sobre alojamentos de 3 por cento às autoridades locais.

O Airbnb informou que pretende replicar o modelo tributário em toda a região.

A América Latina é atualmente o mercado de mais rápido crescimento do Airbnb, superando o Japão. A companhia possui 250.000 propriedades listadas na região, que engloba México, América do Sul e partes do Caribe, incluindo Cuba.

O Airbnb informou que as reservas na América Latina subiram 148 por cento nos últimos 12 meses. A empresa de capital fechado preferiu não revelar suas receitas.

O Airbnb está adotando uma postura cordial em relação às autoridades para evitar grandes conflitos.

A empresa concordou em divulgar impostos em nome de seus anfitriões nas cidades de Nova York, São Francisco e outras, mas o fez só após longas batalhas com as autoridades, em alguns casos nos tribunais.

Neste mês, o Airbnb resolveu uma ação judicial com São Francisco e fechou acordo para registrar os anfitriões de Nova York em uma base de dados estadual.

Mas a companhia continua confrontando as autoridades em Barcelona, em Miami, no Sul da Califórnia e em outros lugares devido a questões relacionadas a hospedagem.

Chris Lehane, chefe de políticas do Airbnb, afirmou que a companhia planeja adotar uma abordagem amigável na América Latina.

A empresa atualmente discute acordos similares ao da Cidade do México com as prefeituras de Buenos Aires e de São Paulo.

Isto é só o começo”, disse ele. “Estamos preparados para ser flexíveis e experimentar.”

O Airbnb tem grandes planos para a América Latina. Espera duplicar sua equipe na região até o fim do ano e abrir escritórios na Argentina, no Brasil e no México.

O número de funcionários provavelmente quadruplicará para 120 pessoas nos próximos dois anos, informou o Airbnb.

Os planos são semelhantes aos da Uber Technologies, a única startup de tecnologia dos EUA com avaliação maior que a do Airbnb.

A empresa de caronas compartilhadas dedicou um montante considerável de recursos à região após perder mais de US$ 2 bilhões na China e vender seus negócios no país para uma rival local. O Airbnb atualmente busca encontrar uma forma de entrar na China.

Também como a Uber, o Airbnb enfrenta concorrência em todos os lugares onde chega, inclusive na América Latina.

Muitos brasileiros utilizam os serviços da empresa local Hotel Urbano, que é apoiada por pelo menos US$ 130 milhões da gigante das reservas de viagens Priceline Group e por outras, segundo a empresa de pesquisa CB Insights.

A Expedia é dona da AlugueTemporada, que opera um serviço similar, mas lista apenas 30.000 residências na América Latina.

No Brasil, o Airbnb permite que os clientes paguem por suas estadias por meio de boleto bancário, um método de pagamento oferecido por bancos, casas lotéricas e agências dos Correios.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 
Alessandro Cupti foi eleito novo presidente do Conselho Municipal de Turismo de Cachoeiras de Macacu

 

   Alessandro Cupti foi eleito na manhã do dia 20 de Setembro o novo presidente do Conselho Municipal de Turismo de Cachoeiras de Macacu, ele é representante dos transportadores turísticos e vem se destacando na defesa de sua categoria.

     Ele concorreu com Gustavo Burlein representante da gastronomia e Alessandro venceu por 5 votos a 4, Alessandro Cupti enetende que o Conselho Municipal de Turismo deve caminhar em harmonia com o poder público e privado para o desenvolvimento da atividade turística em Cachoeiras de Macacu e quer aprovr o mais rápido possível o SISTEMA MUNICIPAL DE TURISMO para regulamentar a atividade turística em nosso município.

          

TURISMO E CIDADANIA

     O Ministério do Turismo adotou um critério de sustentabilidade para o Turismo que se divide em quatro segmentos, a sustentabilidade ambiental, a sustentabilidade sociocultural, a sustentabilidade econômica e a sustentabilidade político-institucional.

    E são sobre esses quatro pilares que se apoiam toda a Gestão Pública do Turismo. Na sustentabilidade ambiental o foco é preservar o atrativo, conservar o atrativo é a única maneira de garantir a continuidade da atividade, outra visão da sustentabilidade ambiental é a de deixar todos os recursos naturais encontrados para as gerações futuras.

    A sustentabilidade sociocultural visa o respeito e a valorização das experiências, memórias e culturas, em fim do modo de vida das comunidades receptoras. Quando há a verdadeira valorização sociocultural acontece à inclusão social, quando não há a sustentabilidade sociocultural o que acontece é uma verdadeira violação, como no caso das comunidades indígenas que são induzidas a realizarem para turistas suas danças e rituais sagrados que só são realizadas em datas específicas violando suas crenças e tradições.

   A sustentabilidade econômica esta relacionada a divisão justa dos benefícios gerados pela atividade turística, uma divisão diferente que o mercado capitalista tradicional propõem, e ai esta um grande desafio uma vez que o Turismo também é uma atividade econômica, entretanto, como o Turismo se apropria do espeço e da cultura de uma comunidade deve ser gerido de forma diferenciada das atividades econômicas tradicionais. Quando a sustentabilidade econômica é respeitada acontece a inclusão, quando a sustentabilidade econômica não é respeitada o que acontece é acentuação da exclusão de pessoas e de grupos.

   Por último, porém não menos importante temos a sustentabilidade político-social. Essa dimensão da sustentabilidade do Turismo relaciona-se diretamente com a Gestão Pública, pois não se há notícias de nenhum destino turístico que tenha se desenvolvido com sucesso sem a participação do poder público no processo. E é necessária a participação do governo federal, dos governos estaduais e dos governos municipais nos âmbitos dos três poderes: Executivo, legislativo e judiciário, pois o Turismo age em todas essas dimensões.

    E foi em cima destes quatro segmentos da sustentabilidade do Turismo adotados pelo Ministério do Turismo que se desenvolveu o PNMT (PLANO NACIONAL DE MUNICIPALIZAÇÃO DO TURISMO), pois só observando a realidade e características de cada município é que se é capaz de desenvolver políticas públicas que respeitem as comunidades receptoras seguindo a ótica dos quatros pilares da sustentabilidade adotados pelo Ministério do Turismo, a partir dai surge o COMTUR que formado por representantes do poder público, iniciativa privada e comunidade local pode contribuir para elaborar políticas públicas eficientes que respeitem a sustentabilidade ambiental, sociocultural, econômica e político-institucional das comunidades locais.

    Por isso a Gestão do Turismo sem a participação ativa do poder público, da iniciativa privada e da comunidade está fadada ao fracasso. É preciso que a comunidade entenda que é dever do Governo federal, dos estados e dos municípios desenvolverem o turismo e que quem sairá ganhando será toda a população, com a criação de emprego, e com a geração de impostos que servirão para investimento em saúde, educação e infraestrutura. Já esta na hora dos Cachoeirenses pensarem sobre essas coisas. Pois através da sustentabilidade do Turismo é possível alcançarmos cidadania.    

                                                             Leonardo Ayres

 
Curso de Culinária para Hotéis, Bares e Restaurantes encerrou dia 19/06

   O Curso de culinária para hotéis, bares e restaurantes realizado em parceria entre a Fundação Macatur e o Hotel Palace Serra Verde Imperial encerrou no dia 19/06 e capacitou 23 cachoeirenses através de um curso de alto nivél técnico ministrado pela Chef de cozinha e Nutricionista Helena Gorziza e pela Nutricionista Jacira Santos, profissionais renomados que atuam em todo o Brasil.

    A solenidade de encerramento contou com a presença do Senhor paulo Rangel do Orgasmo Degustativo (Defumados), do Presidente da Fundação Macatur Senhor Mário Honório e do Vice presidente da Fundação macatur Senhor Erasmo Trielli Junior, além dos empresários Valdir Cals e Dione Dalbem proprietários do Hotel palace Serra Verde Imperial.

     O sucesso do evento se deu principalmente pela adesão dos interessados que se inscreverão e participam com dedicação do curso.

             Após protesto contra turismo em massa, chefe de governo da Espanha pede mimo a visitantes

        Manifestantes entraram em barcos e restaurantes em        Palma de Mallorca. Mariano Rajoy condena ataques de ‘extremistas radicais’.

Ônibus, iates e hotéis são alvos de ataques na Espanha

Ônibus, iates e hotéis são alvos de ataques na Espanha

O chefe do governo espanhol, Mariano Rajoy, pediu nesta segunda-feira (7) “cuidado e mimo” aos turistas que visitam o país, após protestos contra empresas turísticas que ocorreram principalmente na região da Catalunha.

Rajoy fez a declaração após reunião com o rei Felipe VI . Segundo o jornal espanhol “E País”, o turismo foi um dos temas centrais discutidos nesse encontro. Rajoy se manifestou “radicalmente contra” os últimos ataques, que atribuiu a “extremistas radicias”, de acordo com o jornal.

“Não sei se os turistas devem ser recebidos com um cartaz de ‘bem-vindo senhor turista’, mas o que não se pode fazer é tratar com pontapés aquele que vem aqui deixar um dinheiro. Parece-me um disparate”, disse.

Na semana passada, um grupo de manifestantes entrou em barcos e iates que estavam ancarados em Palma de Mallorca lançando confetes e rojões para protestar contra o turismo em massa. Os manifestantes exibiram cartazes com os dizeres “O turismo mata Mallorca” e “Aqui se está travando a luta de classes”. Manifestantes mascaradas também entraram em um restaurante e lançaram confetes nos clientes.

A ação foi promovida pelo grupo “Arran Països Catalans”, formados por jovens de extrema esquerda que também defendem a separação da Catalunha.

 
Mensagem em parede na cidade de Oviedo diz: 'Hipsters e turismo, nova forma de terrorismo'. (Foto: 2017. REUTERS/Eloy Alonso)

Mensagem em parede na cidade de Oviedo diz: ‘Hipsters e turismo, nova forma de terrorismo’. (Foto: 2017. REUTERS/Eloy Alonso)

Em Barcelona, também na Catalunha, o grupo atacou um ônibus, furando os pneus e pichando mensagens contra a presença massiva de turistas.

Em maio, pelo menos sete hotéis de Barcelona denunciaram que sofreram ataques de vândalos, segundo o “El País”, por grupos de esquerda anticapitalista.

 

Limite ao acesso de turistas

 

Barcelona é um dos destinos turísticos que sofre com o turismo em massa e está limitando o acesso de mais pessos em determinados lugares. A prefeita Ada Colau congelou licenças para a construção de novos hotéis e apartamentos de férias, e declarou guerra aos sites de aluguel de curto prazo, como AirBnb, que sofreu uma multa de 30 mil euros (cerca de R$ 110 mil).

 

Localidades que não querem mais turistas

Localidades que não querem mais turistas

 

Ela também propôs a introdução de um novo imposto turístico e a limitação do número de visitantes, além de apresentar na Câmara Municipal um plano que proíbe a construção de novos hotéis nos bairros que recebem a maior quantidade de turistas.

A cidade de 1,6 milhão de habitantes recebeu mais de 30 milhões de turistas em 2016.

Conheça os destinos turísticos que querem receber menos visitantes

 

     Veneza, Amsterdã, Barcelona, ou até o pequeno Butão,            entre outros, decidiram limitar, ou até proibir, o ingresso        de turistas, após sofrer com as consequências negativas do turismo de massa.

Enquanto as autoridades de numerosas cidades do mundo investem bilhões para atrair turistas, algumas localidades estão enfrentando um problema no sentido oposto — recebem turistas demais.

Veneza, Amsterdã, Barcelona, ou até o Butão, pequeno país asiático, entre outros destinos, decidiram limitar — ou até proibir — o ingresso de turistas em determinados locais, após sofrer com as consequências negativas do turismo de massa: caos urbano, deterioração dos recursos naturais, especulação imobiliária desenfreada, surgimento de centenas de restaurantes de fast food e lojas de souvenirs, além de protestos dos habitantes insatisfeitos.

Com a chegada do verão no Hemisfério Norte, e com ele o recomeço da temporada de turismo de massa, a mídia internacional voltou a denunciar a situação dessas localidades turísticas, onde o número de visitantes supera o limite suportável para quem vive ali.

O jornal norte-americano “The New York Times” publicou nesta quinta-feira (03) uma reportagem alertando sobre o risco de que “Veneza se torne uma Disneylândia no mar”.

“A música de fundo da cidade agora são as rodinhas das malas que sobem os degraus das passarelas e o barulho de falanges de turistas que marcham ao longo dos canais”, descreve o jornal nova-iorquino.

Uma situação que já levou o prefeito de Veneza e o governador da região do Vêneto a anunciar que a partir do ano que vêm o número de turistas que acessarão ao arquipélago será limitado.

Essa linha de ação segue aquela já implementada em muitas outras cidades do mundo.

Veja a seguir quais alguns destinos onde os turistas nem sempre encontrarão uma recepção calorosa:

 

Veneza, Itália

 

 
Vista da Praça de São Marcos, em Veneza (Foto: Tony Gentile/Reuters)

Vista da Praça de São Marcos, em Veneza (Foto: Tony Gentile/Reuters)

Antiga potência marítima e mercantil, hoje Veneza corre o risco de ser dominada pelas hordas de turistas. A romântica cidade italiana está enfrentando um gigantesco afluxo de turistas: mais de 20 milhões por ano.

Uma massa de gente que está deixando a cidade inabitável para os venezianos, que não por acaso estão abandonando suas casas, transformadas em pousadas e anunciadas no site de locações AirBnb. Em 1951, Veneza tinha 175 mil habitantes, hoje são apenas 50 mil.

Os que ficaram estão insatisfeitos com o proliferar de lojas de fast food e bugigangas, que substituíram supermercados e até cinemas. Hoje Veneza não tem nenhuma sala de cinema funcionado.

Em março moradores de Veneza protestaram contra o turismo de massa e contra a degradação provocada pelo excesso de turistas, que estaria deixando insustentável a vida na cidade italiana. Em julho um referendo informal levou 18 mil venezianos a se expressar contra o ingresso de grandes navios de cruzeiro dentro da Laguna de Veneza.

A prefeitura também decidiu reagir, anunciando que já não permitirá a abertura de novas lojas de fast food para “preservar o decoro e as tradições” da cidade. Além disso, a Prefeitura de Veneza está estudando limitar os acessos diários ao centro histórico da cidade.

Nos últimos anos, Veneza apareceu nas manchetes internacionais por episódios de falta de educação e de falta de respeito ao seu patrimônio histórico e artístico por parte de turistas, principalmente estrangeiros. Casos de turistas que mergulhavam nos canais, tiravam as roupas e se lavavam em fontes medievais, urinavam nas ruas, saltavam de pontes históricas ou chegavam até a fazer sexo no meio da cidade, mostraram ao mundo como a degradação está tomando conta de Veneza. E os cidadãos, indignados, decidiram responder indo às ruas para protestar.

 
Turistas pulando de ponte em Veneza (Foto: Reprodução/Twitter/)

Turistas pulando de ponte em Veneza (Foto: Reprodução/Twitter/) 

Butão

 

O turismo no Butão só começou em 1974, e já na época as autoridades locais decidiram regulá-lo de forma muito rígida para preservar a paisagem intocada do país e sua cultura única. O reino do Himalaia escolheu uma política turística definida como “de alto valor e baixo impacto”. Isso significa que o número de turistas é limitado e que os visitantes têm que pagar cerca de R$ 780 por dia por vistos e taxas para poder admirar as belezas do Butão.

 
Crianças butanesas (Foto: Prakash Singh;AFP)

Crianças butanesas (Foto: Prakash Singh;AFP)

 

Barcelona, Espanha

 

Quando Ada Colau, primeira prefeita mulher de Barcelona, assumiu o cargo em 2015, não moderou as palavras sobre o turismo em sua cidade. “Não queremos que a cidade se torne uma loja de souvenir baratos”, afirmou Colau na época, indicando Veneza como exemplo negativo.

Desde então, ela congelou licenças para a construção de novos hotéis e apartamentos de férias, e declarou guerra aos sites de aluguel de curto prazo, como AirBnb, que sofreu uma multa de 30 mil euros (cerca de R$ 110 mil).

Ela também propôs a introdução de um novo imposto turístico e a limitação do número de visitantes, além de apresentar na Câmara Municipal um plano que proíbe a construção de novos hotéis nos bairros que recebem a maior quantidade de turistas.

 
O Templo Expiatório da Sagrada Família de Barcelona (Foto: Christophe Simon / AFP)

O Templo Expiatório da Sagrada Família de Barcelona (Foto: Christophe Simon / AFP)

E a população parece aprovar essa linha-dura da prefeita. Em janeiro, os habitantes de Barcelona se manifestaram contra o que consideram um crescimento descontrolado do turismo, que prejudicou suas vidas cotidianas.

Há anos, os residentes de La Barceloneta, outrora um pequeno vilarejo de pescadores, vêm colocando cartazes em suas sacadas pedindo aos visitantes que respeitem seu sono e sua vizinhança. A cidade de 1,6 milhão de habitantes recebeu mais de 30 milhões de turistas em 2016.

 

Amsterdã, Holanda

 

O chefe do Departamento de Marketing da cidade de Amsterdã, Frans van der Avert, já deixou claro que a capital holandesa está acolhendo turistas demais. “As cidades estão morrendo de turismo. Ninguém mais vai querer morar nos centros históricos. Muitas cidades históricas menores na Europa estão sendo destruídas pelos visitantes”.

Ao falar no Fórum Mundial de Turismo em Lucerna, van der Avert acrescentou: “Não gastaremos mais um centavo em marketing para promover Amsterdã. Não queremos ter mais pessoas. Queremos aumentar a qualidade dos visitantes. Queremos pessoas que estejam interessadas na cidade, e não que a transformem em um cenário de festa. Temos muitos visitantes que não respeitam o caráter da cidade. As companhias aéreas de baixo custo criaram um problema. Os passageiros da Ryanair são os piores”.

 
Estação central de Amsterdã (Foto: Reprodução/Twitter/@Iamsterdam ‏)

Estação central de Amsterdã (Foto: Reprodução/Twitter/@Iamsterdam ‏)

 

Termas japonesas, Japão

 

Muitos turistas viajam ao Japão com o objetivo de experimentar as famosas termas naturais (“onsen”, em japonês) e as casas de banho comunitárias (“sento”, em japonês). A maioria desses visitantes tem acesso livre. Entretanto, o crescente fluxo de turistas levou as autoridades locais a limitar o acesso, especialmente para os visitantes tatuados.

Uma pesquisa divulgada em 2015 pela Agência de Turismo do Japão (JTA) mostrou que mais da metade de todos os onsen proibiu recentemente o ingresso de visitantes tatuados, ou exigiu que eles cobrissem o desenho em sua pele. As tatuagens ainda são um tabu no Japão, muito ligadas na cultura popular com os mafiosos da Yakuza.

Mas nos últimos 10 anos o número de turistas no Japão disparou, e muitos deles vêm de culturas onde as tatuagens não são consideradas um problema. Um choque cultural que ainda hoje gera conflitos em algumas localidades japonesas.

 
As famosas termas naturais japonesas (onsen) (Foto: Reprodução/Twitter/@onsen_nyuyoku)

As famosas termas naturais japonesas (onsen) (Foto: Reprodução/Twitter/@onsen_nyuyoku) 

Santorini, Grécia

 

Em 2016 a popular ilha grega de Santorini começou a limitar o número de visitantes. A ilha, famosa por suas paisagens deslumbrantes e românticas, chegou a receber mais de 10 mil turistas por dia. Uma massa humana que desembarcava simultaneamente de gigantescos navios de cruzeiros. Hoje apenas 8 mil pessoas podem visitar a ilha por dia.

 
Ilha de Santorini (Foto: Reprodução/Twitter/@TravelSantorini)

Ilha de Santorini (Foto: Reprodução/Twitter/@TravelSantorini)

 

Cinque Terre, Itália

 

A área costeira do noroeste da Itália, declarada Patrimônio Mundial da Unesco, também foi obrigada a se proteger da maré dos turistas. Sob crescente pressão de um número cada vez maior de visitantes, em fevereiro de 2016 Cinque Terre introduziu um sistema de emissão de ingresso e limitou a venda a 1,5 milhão de pessoas por ano.

Superado esse limite, o ingresso no charmoso litoral italiano estava restrito. Até o verão anterior a aplicação do limite, mais de 2,5 milhões de turistas chegaram na região para visitar o conjunto de cinco pitorescas aldeias marítimas conectadas por caminhos estreitos cavados na rocha dos penhascos.

 
Manarola, Cinque Terre (Foto: Reprodução/Twitter/@cinque_terre)

Manarola, Cinque Terre (Foto: Reprodução/Twitter/@cinque_terre)

 

Seychelles

 

As Seychelles, arquipélago de 115 ilhas ao largo da costa oriental da África são um destino popular para turistas e famosos. Por exemplo, os príncipes William e Kate passaram lá a lua de mel. O turismo é a maior indústria em Seychelles. No entanto, em abril, o Ministro do Turismo e Cultura anunciou que está planejando um teto para o número anual de turistas admitidos no arquipélago para preservar o futuro do pequeno país, visitado todos os anos por cerca de 250 mil pessoas, seis vezes o número de habitantes.

 
Vista aérea das Ilhas Seychelles, arquipélago no Oceano Índico (Foto: AP / Wilderness Safaris)

Vista aérea das Ilhas Seychelles, arquipélago no Oceano Índico (Foto: AP / Wilderness Safaris)

 

Dubrovnik, Croácia

 

A cidade de Dubrovnik, na Croácia, registrou em 2016 um recorde insustentável: 10 mil visitantes em apenas um dia. Demais para o pequeno centro histórico dessa vila medieval, declarado patrimônio da humanidade da UNESCO. Uma explosão turística provocada pelo seriado “Games of Thrones”, cujas principais cenas foram filmadas em Dubrovnik, ambientação de King’s Landing, capital dos Sete Reinos.

 
Prefeitura de Dubrovnik está tomando medidas para controlar melhor o turismo e preservar a cidade (Foto: CONSELHO DE TURISMO/DUBROVNIK)

Prefeitura de Dubrovnik está tomando medidas para controlar melhor o turismo e preservar a cidade (Foto: CONSELHO DE TURISMO/DUBROVNIK)

O então prefeito Andro Vlahušić decidiu acabar com as hordas de turistas que estão invadindo a cidade trazendo problemas de todos os tipos, e decidiu implementar um teto de visitantes: 6 mil turistas por dia no máximo.

O pedido de limitar o acesso a cidade veio diretamente da Unesco. A organização alertou que a enorme expansão do número de visitantes, especialmente aqueles vindos em cruzeiros, gera riscos para a conservação dos monumentos históricos de Dubrovnik e cobrou medidas da Prefeitura. Cercada pelas águas cristalinas do mar Adriático, a Cidade Velha tem igrejas, monastérios, palácios e fontes de estilos gótico, resnascentista e barroco, tudo cercado por uma imensa muralha medieval. Uma cidade linda de se ver, mas que também precisa ser preservada.

 

Ilhas da Tailândia

 

Um dos principais destinos d mochileiros do mundo inteiro, a Tailândia é um país extremamente turístico. Entretanto, em alguns lugares o acesso aos turistas está proibido por causa das preocupações ambientais do governo local.

Em maio de 2016 o acesso às ilhas de Koh Khai Nok, Koh Khai Nui e Koh Khai Nai, conhecidas pelos incríveis corais coloridos e muito populares entre os turistas de Phuket, foi estritamente proibido. O Departamento de Recursos Marinhos e Costeiros (DMCR, na sigla em inglês) da Tailândia informou que até 80% dos recifes foram degradados por causa da presença maciça de turistas, levando assim a decisão de proibir o acesso as ilhas.

 

Islândia

 

A Islândia é um dos destinos mais populares do mundo. Terra cheia de incríveis paisagens delicadas naturais. O boom turístico trouxe a essa ilha do norte da Europa uma grande riqueza econômica, mas colocou uma pressão enorme sobre os recursos naturais do país, que conta com uma população de apenas 332 mil pessoas. Em 2016, somente os turistas dos EUA que desembarcaram na Islândia foram mais do que que a população local inteira. No total, em 2017 os turistas que chegarão na ilha são estimados em cerca de 2,3 milhões.

Esse turismo de massa está colocando em risco a preservação da biodiversidade islandesa. Por isso, o governo está considerando limitar o número de turistas permitidos em alguns dos pontos turísticos mais populares para proteger suas maravilhas naturais.

 
Paisagem da Islândia (Foto: Reprodução/Twitter/@thisisiceland)

Paisagem da Islândia (Foto: Reprodução/Twitter/@thisisiceland)

A proposta vem do novo governo de coalizão, que está buscando formas de proteger e preservar seu famoso patrimônio natural da superlotação provocada pelo aumento dos visitantes. Em uma recente entrevista, a ministra do turismo do país, Thordis Kolbrun Reykfjord Gylfadottir, disse que os turistas também se beneficiarão de um aumento da regulamentação.

“Algumas áreas simplesmente não aguentam um milhão de visitantes por ano”, afirmou a ministra. “Se permitimos o ingresso de pessoas demais em áreas como essa, estaríamos perdendo o que as torna especiais, pérolas únicas da natureza que fazem parte da nossa imagem e do que estamos vendendo”, completou Gylfadottir.


 

 

 

 

 

  

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